O conflito no Oriente Médio já começa a impactar a indústria brasileira de equipamentos de proteção e segurança, com reflexos diretos nos custos de produção e possível efeito sobre o abastecimento do mercado.
Em Comunicado divulgado nesta quarta-feira (16), a ANIMASEG afirma que a alta nos preços do petróleo está pressionando matérias-primas essenciais para o setor.
Entre os insumos mais afetados estão polímeros como polietileno, polipropileno, PVC, poliuretano e EVA, além de borrachas sintéticas e fibras técnicas. Segundo a entidade, um fabricante nacional de EVA já aplicou reajuste superior a 90% desde o início do ano.
Com isso, a indústria passa a operar em um ambiente de maior volatilidade e baixa previsibilidade, o que pode levar à recomposição de preços e a oscilações pontuais na disponibilidade de alguns produtos.
A Associação ressalta que os impactos decorrem de fatores externos e fora do controle das empresas, mas reconhece que o cenário exige monitoramento constante.
A ANIMASEG informa ainda que, junto aos associados, acompanha a evolução do quadro internacional e adota medidas para mitigar efeitos sobre a cadeia produtiva, com o objetivo de preservar o abastecimento de equipamentos essenciais à proteção dos trabalhadores.
No comunicado, a entidade destaca:
Este cenário reforça a importância de uma base industrial sólida e resiliente, capaz de responder a choques externos e garantir a continuidade do fornecimento de equipamentos essenciais à proteção dos trabalhadores brasileiros”.
Leia na íntegra: Comunicado ao Mercado – 150426





