O trabalho em altura no Brasil enfrenta treinamentos frágeis e genéricos. A CTEN, iniciativa da ANIMASEG, propõe critérios técnicos e materiais de apoio para elevar a segurança e a qualidade das capacitações em NR-35.

Estudos, manuais, guias e relatórios que aprofundam temas essenciais para quem atua na proteção do trabalhador. Cada publicação foi selecionada por sua relevância técnica e por contribuir para a disseminação de conhecimento sólido sobre segurança ocupacional.
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O trabalho em altura no Brasil enfrenta treinamentos frágeis e genéricos. A CTEN, iniciativa da ANIMASEG, propõe critérios técnicos e materiais de apoio para elevar a segurança e a qualidade das capacitações em NR-35.

O conceito de Penetração Total (TIL) mede quanto contaminante ultrapassa a vedação de um respirador. O artigo detalha normas globais, testes e sua recente inclusão na regulamentação brasileira dos EPRs.

Boletim da ANIMASEG orienta a operação segura dos detectores de gás portáteis. Aborda limitações dos sensores e os procedimentos de ajuste de zero, bump test e calibração que garantem leituras confiáveis em atmosferas de risco.

Como a avaliação ambiental de agentes químicos orienta a escolha do respirador correto. O artigo detalha o cálculo do FPMR a partir dos limites de exposição e a regra de que o FPA do EPR deve sempre superá-lo.

O que toda empresa precisa saber sobre os treinamentos de NR-35. O artigo detalha a capacitação para trabalho em altura, as atribuições do trabalhador autorizado, a proficiência dos instrutores e a estrutura mínima exigida.

Boletim da ANIMASEG orienta a operação segura de detectores de gases inflamáveis. Reúne glossário técnico, níveis de alarme, tipos de sensores e os valores de referência pela legislação brasileira para proteger o trabalhador.

O Brasil participa da plenária do IEC TC78, na França, ganhando protagonismo nas normas internacionais de proteção contra arcos elétricos. Pela primeira vez, um representante brasileiro coordena um grupo Ad hoc do comitê.

A exposição ocupacional ao frio ainda é regida por normas defasadas no Brasil. O artigo discute critérios técnicos para a escolha de vestimentas térmicas, os riscos à saúde e a urgência de atualizar a legislação trabalhista.

Não existem óculos de proteção laser genéricos: cada fonte exige um filtro específico. O artigo explica os riscos da radiação laser à visão e à pele e os parâmetros técnicos essenciais para a escolha correta do EPI.

A ABNT participa da reunião da ISO na França, revisando normas globais de proteção respiratória — do ensaio de Penetração Total (TIL) a respiradores infantis. Brasil sediará o próximo encontro em Florianópolis, em 2026.

O método de bandas de controle estima o Fator de Proteção Mínimo Requerido a partir de parâmetros qualitativos de risco. É a alternativa do PPR da Fundacentro para escolher respiradores quando faltam medições quantitativas.

Boletim da ANIMASEG orienta sobre deficiência de oxigênio na operação de detectores de gás. Aborda causas, formas de medição, interferências e os limites seguros de O2 (19,5% a 23%) para preservar a vida em espaços confinados.

Como aplicar critérios técnicos do PPR e da Portaria 672 na escolha do respirador. Um caso prático com formaldeído mostra como diferentes níveis de TLV (TWA e STEL) alteram o Fator de Proteção Mínimo Requerido.

Vergalhões dobrados não devem servir de ancoragem para trabalho em altura. O artigo mostra como a corrosão compromete o aço e por que apenas dispositivos projetados, certificados e conforme a NR-18 garantem segurança.

O Banco Mundial lança um guia técnico de benchmarking de EPIs para a Covid-19, comparando normas e regulamentos de 13 mercados. O Brasil participa pelo ABNT/CB-032, ganhando reconhecimento internacional no setor.

O ABNT/CB-032 inicia a internalização da norma IEC 62819, que define requisitos de proteção de olhos, face e cabeça contra arcos elétricos. O objetivo é harmonizar o consenso internacional e viabilizar a futura certificação no Brasil.

O artigo desmistifica as gaiolas das escadas “marinheiro”: estudos da HSE comprovam que agravam lesões em quedas. A nova NR-18 e NR-35 já substituem a gaiola pelo SPIQ, priorizando a real proteção da vida do trabalhador em altura.

Máscara cirúrgica e respirador PFF2 não são a mesma coisa. O artigo esclarece as diferenças técnicas: a primeira barra gotículas, mas não veda; o PFF2 protege contra aerossóis, exigindo certificação e ensaio de vedação.

A Comissão de Proteção Auditiva do CB-032 discute a certificação da atenuação ativa e impulsiva de protetores auditivos. O artigo detalha os métodos de ensaio (REAT, MIRE e ATF) e as normas brasileiras vigentes no combate ao ruído.

As normas de escadas fixas não são harmonizadas e a gaiola de proteção é questionada. O artigo reúne estatísticas e estudos que revelam sua ineficácia contra quedas, defendendo abordagens mais seguras baseadas em evidências.

Guia da Comissão de Proteção Auditiva do CB-032 uniformiza o entendimento sobre manual de instruções e marcações de protetores auditivos, detalhando os requisitos exigidos de fabricantes e importadores pela legislação vigente.

Avanços normativos na certificação de vestimentas de proteção contra arcos elétricos e fogo repentino no Brasil. O artigo detalha o novo processo via RGCEPI, a internalização de normas IEC/ISO e o protagonismo brasileiro no IEC TC78.

Os comitês CB-032 e CB-049 unem forças para desenvolver a futura norma ABNT NBR ISO de proteção visual e facial, substituindo a atual referência americana (ANSI Z.87) e alinhando o Brasil ao estado da arte tecnológico internacional.

As mãos concentram cerca de 35% dos acidentes de trabalho no Brasil. O artigo destaca a importância das luvas de proteção como EPI, os critérios para a escolha adequada e a obrigatoriedade do Certificado de Aprovação (CA).

Uma visão sobre como se constroem as normas técnicas de trabalho em altura. O artigo relata a atualização das normas ABNT de ancoragem e trava-quedas, as novidades nos ensaios e os trabalhos futuros em içamento e resgate.

O Brasil ganha protagonismo na normatização internacional de luvas e vestimentas contra agrotóxicos. O artigo relata a participação do ABNT/CB-032 nas revisões de normas ISO e o papel do laboratório pioneiro do IAC no país.

Um projeto de proteção contra quedas vai muito além da linha de vida horizontal. O artigo detalha os fatores que o projetista deve considerar — zona livre de queda, layout, elementos de ligação e compatibilidade de materiais.

Em setores de alto risco, as vestimentas de proteção térmica são essenciais contra arco elétrico e fogo repentino. O artigo reúne os fundamentos técnicos, as normas aplicáveis e o uso correto que transformam o EPI em real prevenção à vida.

Da fábrica à sala de aula, a cultura de prevenção ganha novos espaços. O artigo apresenta a CIPA Escolar e o papel da Animaseg em mobilizar empresas para adotar escolas e formar, desde cedo, uma geração comprometida com a segurança.

Amplamente usada em trabalhos em altura, a cadeira suspensa exige rigor técnico. O artigo analisa a nova abordagem da NR-18, que impõe projeto técnico, treinamento e materiais certificados para combater a improvisação e salvar vidas.

Ensaios de resistência mostram que terminais soquete fechado superam os tradicionais grampos “U” em linhas de vida tipo C. O artigo discute normas e resultados que elevam a segurança dos sistemas de proteção contra quedas.

Proteger quem trabalha em altura exige um sistema íntegro, do cinturão à ancoragem. O artigo detalha as normas EN 363, 364 e 365 que fundamentam o SPIQ e mostra como a ABNT as adota para elevar a confiabilidade no Brasil.

Sensores, conectividade e análise de dados dão nova função aos EPIs: além de proteger, eles antecipam riscos. O artigo discute como essa virada tecnológica transforma a segurança do trabalho e amplia, não substitui, o papel do profissional.

Na plenária do IEC TC78, em Madri, o Brasil ganhou destaque na normalização da segurança elétrica. O marco: o Dr. Márcio Bottaro foi eleito coordenador da norma IEC 61482-1-1, referência mundial em proteção contra arco elétrico.

Sob a NR-35, o trabalho em altura exige planejamento, organização e execução rigorosos. Partindo de um acidente fatal, o artigo mostra como treinamentos mal estruturados geram falsa segurança e reforça a urgência de capacitação real.